CONCERTO DE ANO NOVO E REIS

ORQUESTRA FILARMONIA DAS BEIRAS | NOVA DATA

SÁBADO, 15 DE JANEIRO DE 2022 | 21H30

AUDITÓRIO

CE: M/6

DURAÇÃO: 1H15 (APROX)

PREÇÁRIO:
8€ (com descontos)

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CONCERTO DE ANO NOVO E REIS

SINOPSE

Para a Orquestra Filarmonia das Beiras nada faz mais sentido do que começar o novo ano com música! 

No já tradicional Concerto de Ano Novo e Reis, que constitui um dos momentos marcantes da temporada musical da orquestra, voltaremos a fazer ouvir, tal como em Viena, uma seleção de Valsas, Polcas e Marchas da família Strauss, e ainda obras de outros compositores que nos farão entrar o Novo Ano em ambiente festivo.

Sob a direção do maestro António Vassalo Lourenço, a Orquestra Filarmonia das Beiras, neste início de 2022, homenageia também a Guitarra Portuguesa apresentando um reportório para este instrumento, com o guitarrista Paulo Soares, considerado um dos mais versáteis e generosos guitarristas de sempre da guitarra portuguesa, num espetáculo único!

 

Eduard Strauss (1835-1915)

    Quadrilha da ópera Carmen (Carmen Quadrille, Op. 134)

Amilcare Ponchielle (1834-1886)

Danza de las Horas (La Gioconda)

Johann Strauss II (1825-1899)

    Polca Trich-Trach (Tritsch-Tratsch Polka schnell, Op. 214)

    Marcha Egípcia (Egyptischer Marsh, Op. 335)

Polca Balas Mágicas (Freikugeln-Polka, op. 326)

    Polca Camélias (Camelien-Polka, op. 248)

    Valsa Vozes da Primavera (Frühlingsstimmen Walzer, Op. 410)

Octávio Sérgio (n. 1937)

Fantasia A Espanhola (Arr. Sérgio Azevedo)

Pedro Caldeira Cabral (n. 1950)

Baile dos Carêtos (Arr. Marco Santos)

Francisco Filipe Martins (1946-2014)

Canção da Primavera (Arr. Paulo Soares)

Anthero Veiga (1867-1960)

Bailados do Minho (Arr. Eurico Carrapatoso)

Carlos Paredes (1925-2004)

Suite Paredes (Suite sobre temas de Carlos Paredes: Dança, Melodia nº1, Divertimento) (Arr. Luís Cardoso)





 

BIOGRAFIA

Paulo Soares | Guitarra Portuguesa
paulosoares.com

 



Paulo Soares nasceu em 1967. Viveu em Coimbra e Porto. Começou a aprender música brincando com um piano, ainda não falava. Frequentou aulas de piano e acordeão dos 7 aos 10 anos e viola (guitarra clássica) dos 12 aos 15. Desbravou o cavaquinho a partir de 1981, tendo disseminado suas técnicas basilares.

Estuda Guitarra Portuguesa (GP) há 38 anos (desde 1983). Em 1986 frequentou aulas de guitarra com Jorge Gomes e de 1988 a 1990 assistiu a ensaios e tocou com o guitarrista Octávio Sérgio. 

Aquando de sua frequência no ramo de Informática de Eng. Eletrotécnica, na Univ. de Coimbra (1985-1992), dirigiu e liderou o grupo de fados Praxis Nova.

Em 1990 iniciou atividade como professor de GP, fomentando enormemente sua aprendizagem com as inovadoras transcrições de fonogramas de Carlos Paredes e outros. Como corolário, publicou em 1997 o 1º volume do seu Método de Guitarra Portuguesa (adotado pelo Min. da Educação) e em 2007, o 2º volume. Em 1997 até 2000 tornou-se historicamente o primeiro professor de GP dos Cons. de Música do Estado (Coimbra). De 2002 a 2004 foi o primeiro professor de GP no do Porto.

Como solista e acompanhador, participou em vários programas televisivos, filme Fados (para o qual produziu Fado Flamenco), festivais e espetáculos em vários países e continentes com o Praxis Nova, Mariza, Carlos do Carmo, Dulce Pontes, Artemsax, Jeanni Coscia, Maria Bethânia, P. Caldeira Cabral, Fernando Alvim, e muitos outros.

Criou e dirigiu o I Festival de Guitarra de Coimbra na Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003, para o qual encomendou e interpretou o primeiro concerto para guitarra portuguesa e orquestra alguma vez composto. 

Compôs vários temas instrumentais e arranjos para guitarra (incluindo orquestras) e canto, adotados e interpretados pelos seus pares.

Dirigiu e promoveu diversos espetáculos musicais, em várias salas e com vários artistas. 

 

 

Orquestra Filarmonia das Beiras

A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.

A OFB é composta por 31 músicos de cordas, sopros e percussão de diversas nacionalidades e com uma média etária jovem e, desde 1999, é dirigida artisticamente pelo Maestro António Vassalo Lourenço. Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de ações de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de jovens músicos, democratizando e descentralizando a  oferta cultural, a OFB tem dado inúmeros concertos,  além de desenvolver frequentes e constantes atividades pedagógicas (programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de direção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).

Do seu vasto histórico de concertos constam participações nos principais Festivais de Música do país (Algarve, Aveiro, Coimbra, Estoril, Évora, Gaia, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia, Óbidos, Porto, Póvoa de Varzim, Festa da Música e Dias da Música do Centro Cultural de Belém) e do estrangeiro (Festival de Guyenne, França, em 1998,  Festival de Mérida, Espanha, em 2004, Concurso Internacional de Piano de Ferrol, Espanha, como orquestra residente, em 2007) ou importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos. São estes os casos de espectáculos no Coliseu de Recreios de Lisboa (com a companhia Cirque du Soleil, em 2000) e no Coliseu do Porto (concertos Promenade); da interpretação da música de Bernardo Sassetti para o filme “Maria do Mar” de Leitão de Barros, desde 2001; da execução da ópera infantil “A Floresta”, de Eurico Carrapatoso, numa co-produção com o Teatro Nacional de São Carlos, Teatro São Luís, Teatro Aveirense e Teatro Viriato, em 2004, reposta em 2008; das colaborações com a Companhia Nacional de Bailado na produção dos bailados “Sonho de uma Noite de Verão”, com o encenador Heinz Spoerli, em 2004 e, em 2006,  “O Lago dos Cisnes” de Piotr Tchaikowsky, ambos sob a direção de James Tuggle. Em 2017, a OFB foi convidada a apresentar a banda sonora do cine-concerto “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, dirigido pela maestrina americana Sarah Hicks, uma estreia em Portugal. Em 2018 apresentou a banda sonora do segundo filme, “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”, sob a direção de Matthias Manasi. Em 2019, sob a direção do maestro britânico Timothy Henty, a OFB apresentou o terceiro filme desta saga, “Harry Potter e o Prisioneiro deAzkaban”.  Estes espetáculos fazem parte da série de filmes-concerto Harry Potter, promovida pela CineConcerts e a Warner Bros. Consumer Products, numa digressão global em celebração dos filmes de Harry Potter. 

Ao longo da sua existência, a OFB tem sido regularmente dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em atividade em Portugal e tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional, de onde se destacam os violinistas Régis Pasquier, Valentin Stefanov e Wojciech Garbowski, os violoncelistas Irene Lima, Paulo Gaio Lima, Teresa Valente Pereira e Aliaksandr Znachonak, os flautistas Patrick Gallois, Felix Renggli e Istavn Matuz, os oboístas Pedro Ribeiro,  Alex Klein e Jean Michel Garetti, os pianistas Pedro Burmester, Jorge Moyano, António Rosado, Miguel Borges Coelho, Gabriela Canavilhas, Adriano Jordão, Anne Kaasa, Valery Starodubrovsky, Valerian Shiukaschvili e Filipe Pinto-Ribeiro, os guitarristas Carlos Bonell, Alex Garrobé, Aliéksey Vianna, Jozef Zsapka, Paulo Vaz de Carvalho e Pedro Rodrigues, ou o saxofonista Henk van Twillert, assim como os cantores Elsa Saque, Elisabete Matos, Isabel Alcobia, Luísa Freitas, Patrícia Quinta, Paula Dória, Margarida Reis, Susana Teixeira, Carlos Guilherme, João Cipriano Martins, João Merino, Mário Alves, Nuno Dias, Rui Taveira, Tiago Matos, Luís Rodrigues, Jorge Vaz de Carvalho, Armando Possante, José Corvelo ou José Carreras, sendo que dois concertos realizados, em 2009, com este conceituadíssimo tenor constituirão, com toda a certeza, um marco para a história desta orquestra. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores.

Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a Direção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI. Aí se incluem estreias de obras e primeiras audições modernas de obras de compositores dos Séculos XVIII e XIX. Neste contexto, da sua discografia fazem parte orquestrações do compositor João Pedro Oliveira sobre Lieder de Schubert, a Missa para Solistas, Coro e Orquestra de João José Baldi e as 3ª e 4ª Sinfonias de António Victorino d’ Almeida, sob a direcção do próprio (2009). Outras áreas musicais como a música para filmes ou o teatro musical são também incluídas, de forma a chegar ecleticamente ao público, através da colaboração  com diversos artistas do panorama nacional e internacional onde se incluem Maria João, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Dulce Pontes, David Fonseca, Nuno Guerreiro, Mariza, Gilberto Gil, Carlos do Carmo, Alessandro Safina, Maria Amélia Canossa, Nancy Vieira, André Sardet, Paulo Flores, Rui Reininho, Camané, Luís Represas, Carminho, João Gil, Boss AC, Vitorino, Paulo de Carvalho, Rui Veloso, James, Cristina Branco ou Gisela João.


 

FICHA ARTÍSTICA

Guitarra portuguesa
Paulo Soares

Maetro convidado 
Vasco Pearce de Azevedo 


A OFB é uma estrutura financiada por:

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