MASTERCLASS COM ALBANO JERÓNIMO

SÁBADO, 13 NOVEMBRO 2021 | 18H00

CAFÉ CONCERTO

CE: M/16

DURAÇÃO: 3H

PREÇÁRIO:
Participação gratuita com inscrição obrigatória através de formulário disponível online em https://forms.gle/NUqvtS6d57svuyaW9







MASTERCLASS COM ALBANO JERÓNIMO

SINOPSE

Sobre a Imperfeição e o Erro.

Não é o perfeito, mas o imperfeito que precisa de amor

Oscar Wilde


Acredito na imperfeição do gesto, no limite do corpo, no erro, na falha que nos empurra sempre para uma escassez fértil. A imperfeição e o erro, aqui neste laboratório criativo, desenha-se como algo essencial, determinante para a nossa formação pessoal, profissional e na nossa educação, como algo que nos distingue verdadeiramente do outro. Aqui, daremos espaço para que cada pessoa se entregue à falha como algo precioso e íntimo. 
Será um embrião criativo do que se esconde.
Partindo desta premissa, desenhámos vários passos para este confronto directo. Tudo se revelará num conjunto de técnicas e ferramentas que nos permitam optar, fazer escolhas imediatas e dinâmicas.
Será um coaching personalizado em cenas e monólogos.
O Erro e a Imperfeição, resultará numa investigação prática, numa reflexão teórica sobre o trabalho e o papel do actor no panorama actual.
 

BIOGRAFIA

Albano Jerónimo frequentou o Curso de Teatro em Formação de Atores da Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Cofundador da companhia teatronacional21.
Em Teatro trabalhou com: Luís Fonseca, Ricardo Gageiro, Fernanda Lapa, Cristina Carvalhal, Diogo Infante, João Mota, Isabel Medina, John Retallack, Tiago Guedes, Nuno Carinhas, Ricardo Pais, Nuno M. Cardoso, Rui Mendes, Beatriz Batarda, Cláudia Lucas Chéu, Nuno Cardoso, Mickael de Oliveira, John Romão, Jorge Andrade, Carlos Pimenta, Carla Maciel, entre outros.
Recentemente, foi intérprete em "Quarteto" (Heiner Muller), encenado por Carlos Pimenta, "Pocilga" (Pier Paolo Pasolini), dirigido por John Romão e "Sócrates tem de morrer" e a “Vida de John Smith” (Mickael de Oliveira), encenado por Mickael de Oliveira, Coriolano (Shakespeare), encenado por Nuno Cardoso e "O Falecido Mattia Pascal" (Pirandello) com Jorge Andrade na Mala Voadora. Estreou-se como encenador no Teatro Nacional D.MariaIILisboa com "Um Libreto para Ficarem em Casa Seus Anormais" a partir de Rodrigo Garcia e rescrito por Mickael de Oliveira, numa Ópera Tropical e de em seguida com Veneno de Cláudia Lucas Chéu em digressão por vários teatros do país. Em Cinema trabalhou com: Luís Fonseca, José Fonseca e Costa, Raúl Ruiz, Sérgio Graciano, Marco Martins, Francisco Manso, José Farinha, Sandro Aguilar, Pedro Varela, Miguel Gaudêncio, Gonçalo Galvão Telles, Solveig Nordlund, Vicente Alves do Ó, Valeria Sarmiento, Henrique Pina, Christian von Castelberg, Luis Galvão Telles, Jonas Rothlaender, Caca Diegues, Stan Douglas, Ciaran Donnelly, Stephen St.Leger, Tiago Guedes, entre outros. Em televisão participou em várias novelas e séries, onde se destaca a série "Vikings" interpretando Euphemius, com produção da MGM e o History Channel e Sara de Marco Martins pada a RTP1. Nomeado para vários prémios, destacam-se os prémios de melhor ator em "Anestesia" de Pedro Varela no ShortCutz, vencedor do prémio para melhor ator de cinema no Festival de Cinema Euphoria com "Florbela" de Vicente Alves do Ó, vencedor do prémio Sophia de melhor ator secundário em "Linhas de Wellington" de Valéria Sarmiento, nomeado para melhor actor em série no Festival de Televisão de Monte Carlo em "Cidade Despida", nomeado para um Globo de Ouro de teatro com "Menina Júlia" de August Strindberg, entre outros.

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