Esta família mata fascistas. É uma tradição com mais de 70 anos que cada membro da família sempre seguiu. Hoje, reúnem-se numa casa no campo, no Sul de Portugal, perto da aldeia de Baleizão. Uma das mais jovens da família, Catarina, vai matar o seu primeiro fascista, raptado de propósito para o efeito.
É um dia de festa, de beleza e de morte. No entanto, Catarina é incapaz de matar ou recusa-se a fazê-lo. Estala o conflito familiar, acompanhado de várias questões. O que é um fascista? Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor? Podemos violar as regras da democracia para melhor a defender? Uma das mais aclamadas peças de teatro da última década em Portugal, com texto e encenação de Tiago Rodrigues, regressa aos palcos após salas de espetáculo esgotadas por todo o mundo. É a vez de Águeda assistir a Catarina e a Beleza de Matar Fascistas.
Texto e encenação
Tiago Rodrigues
Colaboração artística
Magda Bizarro
Cenografia
F. Ribeiro
Iluminação
Nuno Meira
Figurinos
José António Tenente
Criação, design de som, música original
Pedro Costa
Maestro do coro e arranjos vocais
João Henriques
Vozes-off
Cláudio de Castro, Nadezhda Bocharova, Paula Mora, Pedro Moldão
Consultores de coreografia
Sofia Dias, Vítor Roriz
Consultor técnico de armas
David Chan Cordeiro
Tradução
Thomas Resendes (francês), Daniel Hahn (inglês), Vincenzo Arsilio (italiano), Igor Metzeltin (alemão), Ianis Papadakis (grego)
Legendagem
Patrícia Pimentel
Intérpretes
Isabel Abreu, Romeu Costa, António Fonseca, Beatriz Maia, Marco Mendonça, Carolina Passos Sousa, António Parra e João Vicente
Produção
Teatro Nacional D. Maria II (Lisboa)
Produção executiva
Festival de Avignon