CENTENÁRIO DO COMBATE DAS BARREIRAS

SÁBADO, 26 JANEIRO | 21H30

AUDITÓRIO

CE: M/ 6

DURAÇÃO: 1H15 (APROX)

PREÇÁRIO:
Entrada Gratuita*

*levantamento de bilhetes a partir de 19 de janeiro com o limite de dois por pessoa







CENTENÁRIO DO COMBATE DAS BARREIRAS

SINOPSE

No âmbito do Centenário do combate das barreiras, a Câmara Municipal, o Orfeão de Águeda e a ANATA promovem um concerto evocativo do acontecimento.

A 19 de janeiro de 1919, Paiva Couceiro proclamou a Monarquia no Porto.
A 23 de janeiro, Ovar caiu às mãos da coluna monárquica, a qual veio a ocupar, também, Estarreja, onde foi hasteada a bandeira azul e branca. A linha do Vouga iria servir de tampão ao avanço de Paiva Couceiro.
A 27 de janeiro, ao travar-se no alto das Barreiras renhido combate, teve início a viragem decisiva, passando a iniciativa a pertencer, desde então, às forças leais à República. Uma coluna de revoltosos que se dirigia para Coimbra, foi completamente desbaratada pelas tropas fiéis à República, após renhido combate junto a Águeda. As deserções das tropas monárquicas derrotadas foram inúmeras, pelo que os revoltosos forçaram a população civil a combater a seu lado. Forças fiéis à República, entrincheiradas junto à Mourisca (concelho de Águeda), rechaçaram das mais diversas formas as forças inimigas que tombaram e desertaram. Os especialistas reconhecem que o começo do fim da Monarquia do Norte teve início em Águeda, nas Barreiras, no dia 27 de janeiro, com elevado número de perdas entre os monárquicos e um reduzidíssimo número de perdas republicanas, das quais se destaca o Capitão Brites Vasques, morto por estilhaços de uma granada inimiga. Estava, assim, aberto caminho para a reposição da República.



 

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