Depois de ter atuado com renomes da música portuguesa como Luís Portugal (Jáfumega), Jorge Palma, Sérgio Godinho, Manuela Azevedo (Clã), Budda Power Blues & Maria João,Tim (Xutos & Pontapés) e Luís Represas, a Orquestra Filarmónica 12 de Abril decide fazer um tributo aos The Beatles, uma banda icónica, intemporal e memorável. Juntamente com os The Peakles (primeira banda portuguesa a participar no International BeatleWeek Fest), a Orquestra apresenta um espetáculo de uma dimensão orquestral e de uma riqueza sonora ímpar e imperdível dos maiores sucessos dos The Beatles que imortalizaram a banda de Liverpool, sobre a direção de Luís Cardoso e os seus arranjos musicais produzidos para este espetáculo com uma nova roupagem como já esperado pelo público.
The Peakles
Em 2013, após um percurso por bares, foi-lhes feito o convite através da organização do evento OMA – Os Melhores Anos, fazendo a primeira parte de Rui Veloso. Em 2014, tornaram-se na primeira e única banda portuguesa a participar no International Beatle Week Fest, com 10 concertos em 5 dias em Liverpool, incluindo o mítico The Cavern, sempre com salas cheias. Foram igualmente banda residente do Casino de Estoril em 2014 e são a banda residente do Casino de Lisboa desde 2014. Em 2015, foram cabeça de cartaz no Festival Flower Power, partilhando o palco com Fisher-Z; foram convidados pela prestigiada marca brasileira Chilli Beans para atuarem no Hard Rock café, de Lisboa, para o lançamento da coleção de óculos de sol e relógios inspirada na icónica banda de Liverpool, The Beatles. Em 2016, foram convidados a integrar o cartaz do International Beatleweek de Belo Horizonte. Marcaram presença, pelo segundo ano consecutivo no Festival Flower Power, fazendo parte do cartaz com nomes como UHF, Bas Manners e Alphaville.
OF 12 de Abril
A associação completou em abril, 92 anos de atividade ininterrupta, tendo feito uma transformação profunda nas suas estruturas a partir de 1980. Foi nesta data que contratou pela primeira vez um músico profissional para a Direção Artística. Tratava-se de João Duarte Neves, então Sargento da Banda da Guarda Nacional Republicana.
Foi também nesta data que se construiu o edifício da sede social, com 900 m2 divididos por 2 pisos, que atualmente compreende a mediateca Amílcar Morais, salas para secretariado e direção, a sala de ensaio da orquestra e duas salas para espetáculos e convívios, onde habitualmente se desenvolve toda a vida social da associação.
A Escola da Banda, agora “Oficina de Orquestra”, teve como primeiro diretor o Maestro António Gomes, exímio executante de oboé, nomeadamente, na Orquestra da RDP. Atualmente, e sob orientação do Coordenador Luís Nogueira, integra cerca de 50 alunos a partir dos 6 anos que aprendem de forma gratuita as primeiras lições de música e instrumentos como flauta transversal, clarinete, saxofone, trompete, trombone, trompa, bombardino, tuba e percussão.
A “Oficina de Orquestra” funciona desde 2006 num edifício contíguo à sede, dedicado e especificamente preparado para o efeito.
Passaram pela Direção Artística desta Banda o Comandante José Araújo Pereira, ex-Maestro da Banda da Armada Portuguesa e o Capitão Amílcar Morais, autor de inúmeras composições que fazem parte do reportório da “12 de Abril”.
Atualmente a Direção Artística da “12 de Abril” pertence ao Maestro Pedro Neves e ao Maestro Luí Cardoso.
A “Orquestra Filarmónica 12 de Abril” sucedeu à Banda com o mesmo nome para evitar certas confusões com as “bandas” (pequenos agrupamentos) que proliferam no nosso país e conta atualmente com cerca de 70 executantes.
Do seu vasto reportório fazem parte inúmeras obras clássicas e contemporâneas de todos os períodos e géneros musicais.
Da sua atividade musical destacam-se as inúmeras participações em festas, romarias, concertos, certames musicais e atuações de grande produção com cantores de renome como Luís Portugal (Jáfumega), Jorge Palma, Sérgio Godinho, Manuela Azevedo, Buda Power Blues & Maria João, Tim (Xutos & Pontapés) e Luís Represas.
A nível internacional destacam-se 3 digressões ao Brasil (1999, 2001 e 2003), 1 aos Estados Unidos da América (2000) e 1 à Suíça (2015) a convite das Comunidades Portuguesas aí radicadas. Tem atuado também com regularidade em diversas zonas da Galiza – Espanha.