“Tudo o que eu digo é Mentira” é o nome de um monólogo que tem como ponto de partida o Silêncio. Aqui, a personagem depara-se com um mundo desconhecido até então, envolto em esquizofrenia. Nele, tenta expressar-se através da música e da escrita, desconstruindo-se entre a euforia e a desolação, o ódio e o amor e, essencialmente, entre a crença e a descrença em si própria. Chegada ao fim da viagem, acaba por se sentir resolvida quanto ao silêncio, encontrando um ponto de abrigo onde se consegue fazer ouvir.