Este espetáculo conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles. “A Caminhada dos Elefantes” é sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém.
Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.
“A Caminhada dos Elefantes” foi antecedido por um extenso trabalho de pesquisa junto de cerca de 200 crianças, com idades entre os 6 e os 10 anos, através da realização de encontros e oficinas. O material recolhido serviu de inspiração e conteúdo para o espetáculo.
Encenação
Miguel Fragata
Texto
Inês Barahona
Interpretação
Miguel Fragata
Cenografia e Figurinos
Maria João Castelo
Música
Fernando Mota
Desenho de Luz
José Álvaro Correia
Direção Técnica
Pedro Machado
Apoio à dramaturgia na vertente da Psicologia
Madalena Paiva Gomes
Apoio à dramaturgia na vertente da Pedagogia
Elvira Leite
Consultoria Artística
Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins
Produção
Formiga Atómica
Co-produção
Formiga Atómica, Artemrede-Teatros Associados, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato
Projeto financiado por:
Governo de Portugal, Secretaria de Estado da Cultura, Direção-Geral das Artes