PEDRO CALAPEZ | TERRA: OBRAS SOBRE PAPEL 2016-2018

CICLO DE EXPOSIÇÕES DE DESENHO: O DESENHO COMO PENSAMENTO

22 FEVEREIRO A 17 MARÇO |

SALA ESTÚDIO

CE: TODOS OS PÚBLICOS

PREÇÁRIO:
Entrada Livre







PEDRO CALAPEZ | TERRA: OBRAS SOBRE PAPEL 2016-2018

SINOPSE

O desenho faz parte de um pensamento visual que move o trabalho do artista. A obra de arte nasce como uma interação entre visão e pensamento, sendo corporizada grande parte das vezes através do recurso a este meio de registo.

Ao longo da história da arte verificou-se que o desenho foi sendo relegado para um segundo plano, tido como um mero registo preparatório e que não deveria ser partilhado. Todavia e com o decorrer da década de sessenta, assistimos a uma alteração deste paradigma e ele - o desenho - adquire uma maior relevância, sendo-lhe conferido um estatuto idêntico ao da pintura ou da escultura, por exemplo.

As imagens desencadeiam processos no nosso cérebro que as palavras não reconhecem. Desenhar não é apenas um processo artístico, é também pensamento.

Desenhar é apropriar-se da realidade, dar-lhe forma.

O desenho é uma das formas mais antigas e perfeitas de interpretação e criação do mundo.

Este é o mote para um conjunto de exposições designadas por “O Desenho como Pensamento” em que os diversos artistas convidados, distintos na sua linguagem conceptual, privilegiam o desenho na sua obra.

BIOGRAFIA

Pedro Calapez nasceu em Lisboa em 1953. Estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Começou a participar em exposições nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.
As suas obras estão representadas nas coleções Caixa Geral de Depósitos, Centro de Arte Moderna Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação PLMJ, Museu de Serralves, Museu Rainha Sofia - Madrid, Banco Central Europeu, entre outras.
Em 2018 podem-se destacar as seguintes exposições: “Lieux inhabitables”, Centre Culturel Portugais Camões, Luxembourg; “Desenho e construção”, Galeria João Esteves de Oliveira, Lisboa; “BoPeep”, Sismógrafo, Porto; “Olhos nos Olhos”, Fundação Medeiros e Almeida, Lisboa.
O seu trabalho está reproduzido em diversos livros e catálogos.


 

FICHA ARTÍSTICA

Curadoria

Alexandre Baptista

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