O DESENHO NO MERCADO DA ARTE

CONVERSA | O DESENHO COMO PENSAMENTO

ADIADO |

CAFÉ CONCERTO

CE: TODOS OS PÚBLICOS

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Entrada gratuita com inscrição obrigatória em https://forms.gle/vykCx4AxhkSTHovS9







O DESENHO NO MERCADO DA ARTE

SINOPSE

O desenho faz parte de um pensamento visual que move o trabalho do artista. A obra de arte nasce como uma interação entre visão e pensamento, sendo corporizada grande parte das vezes através do recurso a este meio de registo. O mercado de arte durante um longo período viu o desenho como uma afirmação menor da obra de um artista, felizmente que este paradigma foi alterado a partir da segunda metade do séc. XX.
Muitos são os artistas que desenvolvem uma reflexão com base no desenho, promovendo deste modo uma maior autonomia no processo de registo. Em simultâneo, assistimos ao surgimento de centros de estudo e museológicos dedicados exclusivamente ao desenho. O mercado reagiu, assim, com diversos formatos de feiras de arte, com um âmbito internacional, dedicados ao desenho.

 

Alexandre Baptista

BIOGRAFIA

Cristina Guerra
Trabalha com arte contemporânea há mais de quatro décadas.
Dirigiu várias galerias de arte contemporânea em Lisboa; trabalhou com Dulce d’Agro (directora da Galeria Quadrum), tendo tido esta um papel fundamental na sua formação. Desenvolveu projectos independentes em cooperação com Municípios, entre os quais, a Capela da Gandarinha (que veio a dar origem ao Centro Cultural de Cascais).
Em Maio 2001 fundou Cristina Guerra Contemporary Art, com foco na Arte Conceptual e nas mais recentes tendências da Arte Contemporânea.
Participa nas mais importantes feiras de arte, tais como: Art Basel, Art Basel Miami Beach e ARCOmadrid.
Foi membro do comité de selecção da ARCOmadrid e consultora para o comité de Art Basel Miami Beach.
Trabalha regularmente como consultora de arte para várias colecções privadas e institucionais.

Fernando Figueiredo Ribeiro
Licenciado em economia pela Universidade Católica Portuguesa e um MBA pela Universidade Nova de Lisboa, tem desenvolvido a sua vida profissional no sector financeiro. Coleciona arte contemporânea portuguesa desde os finais dos anos 90 do século passado e disponibilizou a sua colecção para fruição pública através de uma parceria realizada com o Município de Abrantes através da criação do Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes – Coleção Figueiredo Ribeiro.

João Esteves de Oliveira
Licenciou-se em Economia e trabalhou no Banco Português do Atlântico onde foi Diretor Comercial no Porto e Diretor-geral na Sucursal em Paris. Posteriormente, no BCP, foi Diretor responsável pelas Áreas de Clientes Particulares, de Grandes Empresas e Institucionais e Internacional. Deixou o banco em 2003 para abrir uma Galeria de arte que se dedicou exclusivamente ao trabalho sobre papel.

Pedro Calapez
Estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
Começou a participar em exposições nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.
As suas obras estão representadas nas coleções Caixa Geral de Depósitos, Centro de Arte Moderna Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação PLMJ, Museu de Serralves, Museu Rainha Sofia - Madrid, Banco Central Europeu, entre outras.
Em 2018 podem-se destacar as seguintes exposições “Lieux inhabitables”, Centre Culturel Portugais Camões, Luxembourg. “Desenho e construção”, Galeria João Esteves de Oliveira, Lisboa. “BoPeep”, Sismógrafo, Porto. “Olhos nos Olhos”, Fundação Medeiros e Almeida, Lisboa.
O seu trabalho está reproduzido em diversos livros e catálogos.



Os textos dos autores Alexandre Baptista, Sara Antónia Matos e João Silvério estão escritos segundo a ortografia europeia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990.

FICHA ARTÍSTICA

Convidados

Cristina Guerra
Fernando Figueiredo Ribeiro
João Esteves de Oliveira
Pedro Calapez

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